Páginas


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Previsão do tempo 

Nos próximos dias de (02 e 05/06/2011): A massa de ar seco que atua sobre o interior do Brasil, inibe a formação de nebulosidade e deixa a umidade relativa do ar baixa, principalmente no período da tarde, em todo o território do Tocantins. Assim, os próximos dias em Palmas serão de sol, intercalados de períodos com nuvens, as temperaturas variaram entre mínimas de 20°C e máximas de 34°C e a umidade relativa deve ficar abaixo de 35%, nas horas mais quentes do dia.

Elaborada pelo Laboratório de Meteorologia e Climatologia do Curso de Eng. Ambiental da UFT.

Respirando em Palmas
A umidade relativa do ar
Quem vive em Palmas é impossível que nunca tenha ouvido falar em umidade relativa do ar, em época de estação seca então, nem se fala, e o pior é que vai piorando nos meses de maio a setembro com temperatura média que varia entre 27 °C e 32 °C, o que significa mais seco mais quente e assim sucessivamente, conhecer melhor a “UR” (umidade relativa) pode ajudar a prevenir as pessoas de alguns contratempos desse período.
A umidade relativa tem a ver com metro cúbico de ar e água, é a relação da quantidade de água no ar e a quantidade que ele suportaria, medidas em mesma temperatura. Ela é uma dos indicadores usados na meteorologia para observação do tempo, tem muito a ver com a evaporação da água e formação de nuvens e chuvas.
O vapor de água sobe para a atmosfera e se acumula em forma de nuvens, mas uma parte passa a compor o ar que circula na atmosfera e esse ar é a “UR” do ar. É medida em porcentagem e tem limites, que sendo ultrapassados podem causar riscos à saúde, não é um bicho de sete cabeças, se tomados os devidos cuidados.  
Bom saber
                                                                                                                          

Entre 20 e 30% - Estado de Atenção
Entre 12 e 20% - Estado de Alerta
Abaixo de 12% - Estado de emergência.


Como a sentimos
Quando baixa, são freqüentes problemas respiratórios com (menos que 30%), as alergias, sinusite, asmas e outras doenças tendem a se agravar. Já, quando a umidade relativa do ar é muito alta, podem surgir fungos, mofos, bolores e ácaros.
Em situações de está baixa:
•       Complicações alérgicas e respiratórias devido ao ressecamento de mucosas;
•       Sangramento pelo nariz;
•       Ressecamento da pele;
•        Irritação dos olhos;
•       Aumento do potencial de incêndios em pastagens e florestas.

Ela tem a ver também com sensação térmica, sentir calor ou frio, essas coisas. Quanto menor a umidade relativa do ar, mais o suor evapora, deixando o ar seco. Quanto mais umidade, reduz-se a taxa de evaporação do suor levando ao desconforto término, no caso de a temperatura ambiente se aproximar ou superar a do corpo humano. Ou seja, se a RU é menor o ar fica seco, e se for maior o ar fica umidificado.
Cuidados a serem tomados
•       Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas
•        Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, molhamento de jardins etc.
•        Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas vegetadas etc.
•       Consumir água à vontade.
•       Usar soro fisiológico para olhos e narinas
•        Durante as tardes, manter com umidade os ambientes internos, principalmente as pessoas com problemas respiratórios.

Curiosidades
A chuva, ao atravessar uma região atmosférica quente e úmida, pode resfriar o ar até o ponto de orvalho.
O curioso é que mesmo quando a temperatura está baixa (mais ou menos 24ºC), se a umidade relativa do ar for muito alta, você sente calor do mesmo jeito.

Se estiver muito quente e a umidade relativa do ar muito baixa, você conseguirá suportar até 37ºC sem passar mal porque seu suor evaporará mais rápido resfriando seu corpo.

O período da tarde é quando acontecem as menores taxas de umidade.



Maiores informações: lays.nm@hotmail.com , em parceria, com 
Universidade Federal do Tocantins-UFT
Laboratório de Meteorologia e Climatologia-LABMET
AV. NS 15, ALCNO 14, Bloco II, Sala 26
Caixa Postal: 114
CEP: 77001-090
Palmas, TO - Brasil
Telefone: (63) 3232-8004.

Cai índice de gravidez precoce mas o problema ainda preocupa.

Foto: ojornal.net
             O número de partos caiu 9% do ano de 2000 a 2008, principalmente entre a faixa etária de 15 a 24 anos, nas regiões norte e nordeste do Brasil, embora exista uma baixa, a gravidez na adolescência ainda é um problema social que dificulta a vida de muitas jovens.
            Engravidar na adolescência é ainda um tabu na sociedade atual, fizemos uma enquete em quatro escolas da rede pública de Palmas e a maioria das adolescentes entrevistadas relataram que teve sua primeira relação sexual aos 13 anos por motivos de curiosidade ou por incentivo e pressão por parte do parceiro.
            São de classe economicamente baixa, sem expectativas de vida e com famílias desestruturadas e algumas vêem em seu parceiro uma ascendência social, uma esperança de vida melhor e muitas vezes acabam se decepcionando por serem abandonadas por estes.
            Todas as adolescentes grávidas e pós grávidas relataram conhecer pelo menos um método contraceptivo e muitas vezes não fizeram uso por acreditar que nunca aconteceriam com elas. Giovana Beker, 15 anos, pós grávida com bebê de 5 meses relata que só passou a usar pílula anticoncepcional depois de engravidar.
            Caroline, 14 anos, diz que não recebeu educação sexual por parte da família e nem por parte da escola, somente orientação da televisão.
            Coordenadoras e orientadoras das escolas visitadas confirmaram a versão da garota, dizendo que realmente a escola sofre uma carência enorme com temas de educação sexual. Mas que dão apoios significativos pra essas meninas, dando conselhos, orientando - as, liberando- as quando necessário, relevando quando chegam atrasadas, dando trabalhos extras entre outros. A coordenadora pedagógica da escola Municipal Darcy Ribeiro, Lucileide Soares Costa diz: “Incentivamos as meninas a ir para escola até o ultimo mês de gestação e apoiamos que tragam as crianças para a sala de aula”.
            A maioria destas meninas não recebe apoio necessário da família, nem dos parceiros e ainda sofre preconceito da sociedade por isso a importância de apoio psicológico e da escola.
            A entrevista entre as meninas revela um ponto fortemente positivo, a maioria delas não pensa em interromper os estudos, isso significa que elas têm consciência de que é a melhor formar de ascensão social.
            Pesquisas do Brasil contra pedofilia revelam que as adolescentes após o nascimento das crianças podem voltar a trabalhar e estudar, mais vai ter posições ou desempenhos inferiores do que aquelas que não tiveram filhos precocemente, ou seja, serão prejudicadas também na vida social e profissional além de ter o psicológico fortemente abalado.



Por Samia Letícia Magalhães 

Natividade, 277 anos e vários olhares...

 por Judi Ferreira


Foto de Poliana Macedo
            O que para muita gente parece chato e monótono, como estudar história, por exemplo, se torna fascinante e extremamente gostoso dependendo da angulação de como é visto. Como todo olhar é crítico e tendo o olho como atalho cognitivo, podemos verificar que tudo é olhar. Quando chegamos a Natividade vemos que a história está estampada em todos os lugares: das ruínas aos prédios antigos, das pessoas à cultura popular.
            Muitos conhecem Natividade apenas pelas suas ruínas e festas religiosas, mas acredito que poucos saibam, de fato, da sua história, do processo de ocupação, da cultura e das lendas que esta cidade possui.
            Natividade é uma palavra latina que etimologicamente significa nascimento. A cidade surgiu, ou melhor, nasceu do processo de interiorização do Brasil com as expedições dos bandeirantes no século XVIII que estão intimamente ligadas à exploração de ouro aumentando, consequentemente, a população, inclusive escrava.
            Em 1734 é fundado o Arraial de São Luis que chegou a ter cerca de 40 mil escravos no apogeu dos garimpos. Fico imaginando como era o processo de transporte e acessibilidade no alto da serra, o percurso é muito íngreme exigindo persistência, um grande esforço físico e paciência. Remontam deste tempo, também, as adversidades como os ataques indígenas. No ano seguinte passou a ser chamado de Arraial Nossa Senhora da Natividade, devido à chegada da imagem da santa que veio de barco e subiu o morro no lombo dos escravos. Talhada em madeira, ressaltando o estilo barroco, esta imagem está localizada atualmente na igreja matriz que leva o seu nome.
            Entre os anos de 1832 e 1833 recebeu o título de vila. Com o declínio do ciclo do ouro a vila desceu a serra e começou o processo de construção desenvolvendo atividades agrícolas de subsistência. As ruínas da serra foram tomadas pelas árvores centenárias e posteriormente é elevada à cidade. Vale ressaltar que foi um dos maiores arraiais da Capitania de Goiás, o que resultou na criação da Comarca do Norte e designado para governá-la o tão conhecido Joaquim Teotônio Segurado, que era desembargador.
            A cidade possui suas peculiaridades e o que a diferencia das outras cidades é justamente a história. Sendo a cidade mais antiga do Estado apresenta uma mistura de etnias e culturas consolidadas ao longo de quase três séculos de vida, porém, é perceptível o pouco caso com os documentos históricos e falta valorização das origens por parte dos jovens.
            Ligada a história está a formação econômica e social onde se destacam além da extração do ouro, a escravidão, o coronelismo e a tradição religiosa. Atualmente destacam-se a criação de gado, a ourivesaria, as indústrias de calcário e o comércio que timidamente vai se fortalecendo.
            Natividade é uma cidade tipicamente interiorana, pacata, com pessoas conversando nas calçadas, o que não impede de estarem conectada à aldeia global através das lan houses. Como opções de lazer, além do centro histórico, tem o Artubar e o bar da Rosinha, os córregos e a boate itinerante, conhecida como online. Para fazer aquela boquinha não se esqueçam de passar no Restaurante Comida Caseira.
            As lendas nativitanas são deliciosas, digo isso, por que além do riquíssimo repertório, estas foram contadas acompanhadas de biscoitos, amores-perfeitos e um delicioso café feito por vó Hilma que assim como sua nora, Denise, e sua neta, Mariana nos acolheram paciente e carinhosamente. Dentre as lendas faladas a mais lembrada foi a de Mãe Ana que é conhecida até mesmo na Europa.
            Falando em lendas, esta cidade é marcada pelas tradições religiosas, devoção e misticismo. Quem nunca ouviu falar da Festa do Divino Espírito Santo e a Romaria de Nossosenhor do Bonfim? E o sítio de Dona Romana com suas profecias espirituais? A religião dita até feriados estaduais como o oito de setembro, dia da padroeira do Estado tocantinense, que inclusive é Nossa Senhora da Natividade. Pouco se fala das religiões afro-brasileiras, o que é contraditório, pois a maioria da população é negra. As igrejas, por si só, contam um pouco da história da região. A mais conhecida delas é a ruína da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, símbolo da cidade. Existe também a Igreja de São Benedito e a Igreja Matriz.
Além das igrejas vale à pena conhecer a serra de Natividade (pra quem gosta de aventura) e ruínas do Arraial de São Luis – onde tudo começou; Poções e Córrego Praia, para se refrescar quando estiver sentido muito calor; Centro de Artesanato e Apoio ao Turista e Museu Histórico, constituídos pelos prédios das antigas cadeia e Câmara Municipal, respectivamente, e Casa de Cultura Amália Hermano, imóvel construído no final do século XIX possuindo um espaço amplo, ótimo para a leitura.
Vemos nitidamente através das ruínas e prédios antigos a materialização da história ou se preferirem a história materializada no espaço, revelando becos e ruas que são verdadeiros fenômenos de comunicação. Todo este arcabouço histórico levou a cidade a ser tombada em outubro de 1987 e hoje é patrimônio histórico e foi eleita recentemente como uma das sete maravilhas do Brasil.
O potencial turístico, do ponto de vista histórico, de Natividade é muito atrativo, todavia, a cidade não dispõe de mecanismos que viabilizem a permanência do turista. O sistema bancário, por exemplo, é deficitário. Roberto Rodrigues Cerqueira, chefe de gabinete da prefeitura, fala que não há desenvolvimento por falta de segurança pública. O prefeito de Natividade, Joaquim Rodrigues Ferreira diz que a cidade é um dos maiores entroncamentos rodoviários do Tocantins isso gera problemas característicos de cidades grandes como a desigualdade social e acesso facilitado ao mundo das drogas.
Como forma de desviar os jovens deste mundo, que na maioria das vezes, não tem volta estes participam de um projeto de capacitação nas áreas de turismo e hotelaria, organização de eventos e serviço de garçom preparando-os para o mercado de trabalho.
Vale mencionar que as manifestações populares como a catira, sússia, congada e as festividades religiosas são incentivadas como forma de resgate à cultura nativitana.
Como podemos notar as ruínas de Natividade escondem muitos mistérios que aos poucos são desvendados com a contribuição de senhores, senhoras e jovens preocupados em fortalecer o espírito de preservação e resgate da memória de quase três séculos de história. E, então surge o questionamento: que tal olhar esta cidade de um ângulo diferente? Deixem seus olhos experimentarem novas situações, garanto que vocês terão um novo olhar sobre Natividade, afinal de contas, tudo é olhar!

Festas Populares


Festa do Divino Espírito Santo

Realizada a mais de um século na cidade é a festa mais tradicional e envolve toda a sociedade nativitana. Trazida pelos portugueses adquiriu traços da cultura local como, por exemplo, os imperadores e capitães – que anualmente são trocados. Nesta festa são oferecidos banquetes com as comidas típicas nativitanas arroz sirigado, pequi, paçoca de carne seca, galinha caipira e os docinhos amor-perfeito e biscoito do céu que tem o formato de pomba, símbolo do Espírito Santo. Alguns dizem que no período das festividades os romeiros fazem voto de abstinência sexual e aqueles que não cumprem com o prometido urinam sangue.

Romaria de Nosso Senhor do Bonfim

            Reza a lenda que a imagem de Nosso Senhor do Bonfim foi encontrado por um vaqueiro que não conseguiu levá-la para Natividade, pois ela sempre desaparecia e retornava ao local onde foi encontrada. Hoje as pessoas fazem a peregrinação ao povoado de Bonfim a fim de pagar promessas e reencontrar-se com a fé.

Mãe Ana


“Viadante! Nesta cova repousa Mãe Ana.
Silêncio! Não lhe perturbe o sono! ”

            Em Natividade todos conhecem e cultuam a “lenda” de Mãe Ana. É uma história passada para as gerações contemporâneas através da tradição oral que foi registrada por Maximiano da Matta Teixeira no livro Outras Estórias de Goiás, Lendas, Terra, Gente, em 1983 pela Unigraf.
            Mãe Ana era uma negra, alta, seu porte fidalgo atestava a nobreza de sua origem, princesa feita prisioneira em lutas tribais no Sudão, tendo sido trazida como escrava para o Brasil. De Salvador veio para natividade ser ama. Enviuvou-se, seus filhos morreram e sua sinhá ao sentir que ela já estava perto da morte resolveu alforriá-la.
            Mãe Ana ajudava as pessoas, sobretudo os negros, porém, sua popularidade crescia muito e isso incomodava bastante. Foi o quanto bastou para q ela passasse a ser considerada perigo social. Nas festividades de São Benedito, depois da ladainha e do terço, ao ouvir a oração de são Benedito. 

“Glorioso são Benedito,
escravo de nosso Sinhô.
óia para este povo aflito,
seja dele o salvadô”

            Os senhores de escravo passaram a considerá-la como perigosa. Mãe Ana desapareceu, depois de dias a confirmação de sua morte, seu corpo foi encontrado intacto com apenas uma mancha vermelha no coração, nenhum bicho tinha mexido em seu cadáver. Mãe Ana sempre dizia que quando morresse, queria ser enterrada no bosque em que vivia, em sepultura rasa e envolvida em um lençol.
            Reza a lenda que uma vez tentaram destruir o túmulo de Mãe Ana para construir uma estrada, mas quando chegavam perto da sepultura o trator parava e ouviam-se vozes, os trabalhadores saiam correndo de medo. A sepultura da lenda é a memória viva do povo que tem o costume de levar ramos de flores silvestres, principalmente os de alecrim, as preferidas de Mãe Ana. E são abençoados por isso!

Novas oportunidades: RUMOS Itaú Cultural 2011


Palestra A Mineração do personagem, na UFT.


A caravana do projeto “Rumos Itaú cultural” este ano esteve na Universidade Federal do Tocantins para promover o curso “A mineração do personagem” com o jornalista escritor e cronista do Jornal O Estado de São Paulo Humberto Werneck.
Um dos editais em aberto do projeto “Rumos Itaú cultural” já em sua quarta edição, O Rumos Jornalismo Cultural, reafirma a importância do desenvolvimento de um trabalho que possibilite a melhor compreensão dos papéis da mídia das universidades e dos vários agentes no jornalismo cultural do Brasil. De acordo com o edital professores e estudantes de comunicação social e ou jornalismo são o público-alvo desta edição 2011-2012 do Rumos Jornalismo Cultural.
“Vejo em concursos como esse um leque de oportunidades para quem está dando os primeiros passos na carreira”, disse Werneck, segundo ele o edital valoriza também o trabalho dos professores que têm papel fundamental na formação do profissional de amanhã e que quase sempre ficam de fora do público alvo desses concursos.


O jornalista Humberto Werneck, diz “vejo em concursos como esse um leque de oportunidades”.


O Rumos Itaú Cultural, dar apoio e incentivo a produção artística e intelectual, teve início em 1997. As áreas de atuação do programa abrangem muitas ações, mas um dos seus maiores propósitos é dar continuidade aos trabalhos apresentados no projeto. Uma vez selecionados e finalizados, os trabalhos costumam ser apresentados em exposições, shows, seminários e em outros eventos afins ao Itaú Cultural por todo o Brasil. Além disso, as obras ainda podem ser transformadas em outros produtos (livros, séries de CD e DVD dentre outros), que posteriormente serão colocados na internet e fornecidos gratuitamente a instituições culturais, educacionais e emissoras parceiras de TV e de rádio.
Claudiney Ferreira gerente do núcleo de diálogos do Itaú Cultural de São Paulo diz: “essa é uma ótima chance para pessoas boas mostrarem seu talento, pois além de oferecermos uma ótima premiação, o trabalho dos ganhadores se torna conhecido em todo território nacional”.

Claudiney Ferreira gerente do núcleo de diálogos do Itaú Cultural de São Paulo diz: “essa é uma ótima chance para pessoas boas mostrarem seu talento”.

Conforme o edital podem se inscrever na Carteira Estudante alunos de graduação em comunicação social ou jornalismo que estejam cumprindo entre 30% e 60% dos créditos curriculares (equivalentes ao terceiro e ao quinto semestres). As inscrições se dão com reportagens para a editoria de cultura, em quatro categorias: Reportagem Impressa, Reportagem Audiovisual, Reportagem Radiofônica e Web-Reportagem.
O estudante de jornalismo da UFT (Universidade federal do Tocantins), Cláudio Paixão que cursa o quarto período está otimista com a idéia de participar do concurso, diz: “sem dúvida nenhuma, esse projeto é um grande incentivo a produção de trabalhos culturais, o que me deixa feliz, pois tenho grande interesse pela área.”

O estudante de jornalismo da UFT Cláudio Paixão, diz: “sem dúvida nenhuma, esse projeto é um grande incentivo a produção de trabalhos culturais”.
Ainda de acordo com o edital podem se inscrever na Carteira Professor docentes de graduação e pós-graduação em comunicação social ou jornalismo há pelo menos dois anos. Serão selecionados os melhores trabalhos que tratem das possíveis relações entre os cursos de jornalismo e as empresas jornalísticas, com destaque na formação dos futuros jornalistas. Não há necessidade de o professor atuar na cadeira de jornalismo cultural.
Sérgio Soares professor do curso de jornalismo da UFT enfatiza a oportunidade de divulgar bons trabalhos, “essa é uma grande possibilidade de revelar novos profissionais, que muitas vezes guardam bons trabalhos por falta de espaço para divulgação dos mesmos”.

Sérgio Soares professor do curso de jornalismo da UFT diz: “vejo como uma oportunidade de divulgar bons trabalhos”.

As inscrições só serão aceitas se forem feitas pelo site Itaú Cultural, concluído o preenchimento do formulário, a inscrição será automaticamente confirmada na tela e será gerado um código alfanumérico que será enviado ao e-mail fornecido pelo interessado. O trabalho inscrito poderá ser inserido na própria ficha de inscrição via sistema ou enviado pelo correio (exceto o de web-reportagem).



Mais informações: Ellem Cristina
tel: (63) 8443-7742