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quarta-feira, 25 de maio de 2011

UFT tem arte: Rede de artistas da UFT

Nesta sexta-feira a UFT promoverá o Som no Campus e junto com ele a Proex lançará a campanha de Rede de Artistas da UFT.  Através da Proex a Professora Celene Fidelis, juntamente com os alunos voluntários, Camila Soares, Inajara Nunes, Judivan Ferreira e Kênia Cardoso, coordenarão o cadastro de talentos da UFT.  
 Com esse projeto a Universidade quer valorizar a arte produzida pelos alunos, professores, técnicos e egressos, direcionando ações culturais para melhor aproveitamento e aprimoramento de suas habilidades. Além disso, a iniciativa permitirá uma rede de contatos e troca de experiências, facilitando intercâmbio entre eventos, instituições e os diversos grupos culturais. O projeto abrangerá os sete campi.  
No Som no Campus estará disponível um computador para os interessados fazerem seu cadastro e distribuição de panfletos, haverá apresentação do poeta de cordel Júnior Brasil que apresentará repentes . E a partir da sexta-feira também poderão fazer o cadastro pelo site www.uft.edu.br/ufttemarte.
Dança, canto, HQ, grafite, teatro entre outras artes, se você faz parte, faça sua inscrição.

Mais informações: keniacardosoguedes@gmail.com

Mais terrível que o Crack, Oxi chega ao Tocantins

por Luiz Otávio S. Soave


          As drogas pesadas tem se tornado tópico de discussões sobre segurança e saúde nacional. O problema se agravou com a estabilização do crack na sociedade, deixando a cocaína para trás no que diz respeito ao poder devastador da vida humana. O poder destrutivo das pedras de crack já é conhecido e estudado, e existem inúmeras clínicas especializadas em tratamento de dependentes de drogas pesadas, isso porque não houve prevenção antes que tal problema se fincasse na sociedade.

                E para quem pensava que o crack seria a última pedra no caminho, já está entrando no mercado negro a nova moda, o Oxi. Basicamente segue a mesma linha de produção do seu irmão crack, porém a facilidade de causar dependência é ainda maior. Segundo pesquisas e dados levantados pela Universidade do Estado de São Paulo - UNIFESP e Universidade de São Paulo - USP, a maior chance de dependência se dá, pois os ingredientes usados na fabricação do oxi são ainda mais tóxicos do que os usados no crack. Em materiais apreendidos pela polícia, foi encontrado na composição até mesmo cimento e solução de bateria.
                O oxi é feito da mesma pasta-base de cocaína, porém para refinar, usa-se gasolina e cal virgem, e se somados ao ácido sulfúrico e cimento, o resultado é um terrível veneno. A nova droga, que é ainda mais barata que o crack, entra pelo estado do Acre e segue para o resto do Norte e Nordeste do país, e vem repercutindo na mídia brasileira, pois está se tornando um grande problema no sul e sudeste. Dados do ministério da saúde apontam que 30% dos pacientes acompanhados chegaram a óbito em menos de um ano.


Infográfico que compara os efeitos do oxi e do crack

              A dificuldade de diferenciar visualmente o entorpecente faz com que os casos não sejam registrados oficialmente, como ocorre no Tocantins. Até agora no estado, houve somente uma apreensão. Nesta sexta-feira, 20, foi encontrado pouco mais de 1Kg de Oxi, na cidade de Gurupi. O delegado adjunto Rafael Falcão, da Delegacia Especializada em Investigações Criminais Complexas - DEIC - que fez a apreensão, afirma que a droga vem sendo vendida como crack devido a grande semelhança na aparência e no efeito. Segundo a DEIC será mantida em sigilo as estratégia de repreensão ao tráfico, mas que haverá blitz nas rodovias a fim de prevenir a entrada da droga.

                Magda Valadares, Superintendente de Assuntos sobre Drogas não soube responder quais a medidas de prevenção que o governo do estado irá tomar. Até o momento não há nenhuma ação de fiscalização da entrada do entorpecente. "Tem sido muito difícil fiscalizar a entrada, pois ainda temos poucas informações a respeito, sabemos que é produzida na Bolívia e entra no Brasil pelo Acre, mas não posso afirmar que o Tocantins faz parte da rota do tráfico". E completa "Eu tenho conhecimento de que já existe procura em clínicas de reabilitação por parte de dependentes desta droga, pois acompanho o trabalho de algumas delas".


Pega no verde no Tocantins!


 Fernanda de Alcântara Alencar


Cachoeira do Evilson em Taquaruçu
        No Tocantins o ecoturismo está mais próximo do que você pensa! Há pouco mais de 30 quilômetros da capital está o distrito de Taquaruçu, próximo ao topo da serra, extensão suntuosa pelo clima agradável e pelo arsenal de belas cachoeiras. Mas se você prefere ir um pouco além, na região sudeste do estado está situada a cidade histórica de Natividade que preserva arquiteturas coloniais e onde é concebida a famosa festa do “Senhor do Bonfim” reunindo fiéis com danças e cânticos habituais. Ainda na região sudeste, Taguatinga se destaca pela “Cavalhada”, batalha medieval que é parte da cultura do local, e o município de Dianópolis revela banhos de cachoeira e roteiros de exploração em grutas. Situado na parte central do norte do Brasil, o Tocantins também possui a maior ilha fluvial do mundo! A Ilha do Bananal. 
        Se for preferível um lugar mais exótico, um deserto de dunas em constante movimento, piscinas naturais e outras tantas maravilhas podem ser encontradas no Jalapão.

       O guia turístico do Jalapão, Higor Aires, diz que a função de um guia é “mostrar a importância de um lugar histórico, um lugar que precisa ser preservado”. Higor também destaca a importância da conscientização ambiental nas atividades de turismo: “Conscientizar o turista no trajeto, não o deixando entrar em alguns lugares, não jogando lixo, parece chatice, mas são atitudes que ajudam a preservar a natureza”.

     Fazermos de nossas férias um programa ecologicamente correto é o mesmo que evitarmos visitas bagunceiras em nossas casas. Estabelecer férias com questões ambientais de lembrete é causa e solução para uma sociedade mais saudável e sustentável. E isso não se trata de “use protetores solares de fotossíntese, ou visite apenas praias onde há selo ambiental.” Levar um saquinho de lixo nos passeios e recolhê-lo no final já ajuda bastante. Atividades que unem natureza e diversão são o que não falta na capital palmense. 
      Sem nenhum incentivo do governo, Diego Sommer, da agência “40º graus no cerrado”, formado em Turismo pela Ulbra, realizou um projeto em seus tempos de faculdade que lhe rende bons frutos (e preocupações) até hoje.

      O projeto de Diego transformou-se no ‘Enduro a Pé’, que é um trekking de regularidade, com o auxilio de uma planilha (mapa) de navegação e uma bússola. Equipes de três a seis pessoas percorrem trilhas em meio a obstáculos naturais, como subidas, descidas, pedras, riachos, etc. O turismólogo afirma que “qualquer pessoa pode participar do ‘Enduro a Pé’ ou trekking de regularidade, desde que conheça e respeite seus próprios limites e os limites da natureza. A atividade não exige muito preparo físico e não requer prática nem habilidades específicas.”

Lagoa da Confusão a 232 km de Palmas
     Opções de turismo para as férias já vimos que não falta, consciência ambiental esperamos que também não. Além de garantir diversão, as férias mais esperadas do ano devem garantir que, ao
desfrutarmos de qualquer espaço, não deixemos de prezar pelo bom estado dos anfitriões. Lembre-se de que isso não é uma questão “eco chata” a se seguir, mas sim uma questão de respeito à vida.

p.s: Para quem não sabe, “Pega no verde!” é uma expressão divertida de uma brincadeira na qual duas pessoas falam a mesma palavra juntas sem terem combinado, quando isso acontece uma das duas precisa pegar no verde, quem não consegue leva punição (tapinha, cascudo) da outra.






Fotos: http://www.viagenseturismo.tur.br/palmas/ e http://www.arteshotel.com.br/turismo_foto1.htm

Manifesto: Falta de laboratórios causa revolta em alunos da UFT


 
Manifesto alunos de engenharia Civil e Elétrica da UFT declaram estado de greve.

A falta de laboratórios na UFT (Universidade Federal do Tocantins), causa revolta nos alunos dos cursos de engenharia Civil e elétrica, que após várias tentativas de encontrar uma solução para o problema resolvem fazer protesto contra o descaso que o curso sofre, e declaram estado de greve.
O presidente do CA (Centro Acadêmico) de engenharia civil, Rafael Cordeiro está à frente do protesto e diz: “essa situação não pode continuar assim, queremos estudar, mas sem laboratório não dá”.


O presidente do CA de engenharia civil Rafael Cordeiro diz: “queremos estudar, mas sem laboratório não dá”.
 Após reunião com o reitor da UFT, Alan Barbieiro, e com a diretoria de obras da universidade no mês de abril nada foi resolvido, segundo os alunos o que ficou combinado na reunião era que as obras de construção dos laboratórios teriam início ainda neste mês. Indignados com a situação fizeram uma assembléia na segunda-feira, dia 23 decidindo iniciar o protesto na quarta-feira dia 25 de maio.
Os estudantes com faixas, alto-falante e palavras de ordens, deflagraram o movimento pela melhoria da infraestutura dos cursos de engenharia civil e elétrica. Os alunos passaram por vários blocos da universidade para chamar a atenção da administração da UFT dentre eles: o bloco I, bloco II onde fica a diretoria de campus, bloco G onde acontece a maior parte das aulas do curso de engenharia e por fim no bloco IV onde funciona a reitoria.
O aluno do curso de engenharia civil, Antônio Marcos Silva Leite, disse que o curso não possui um único laboratório, que o curso de engenharia elétrica conseguiu três laboratórios de: eletrônica, eletromagnetismo e instalações elétricas, mas a civil até agora nem o básico dos primeiros períodos. “Estamos no quinto período e não existe aula prática, e para substituir essas aulas providenciaram um seminário, o que não compensa as aulas na prática que estamos perdendo.”


O aluno de engenharia civil, Antônio Marcos Silva Leite, diz: “estamos no quinto período e não existe aula prática”

Os laboratórios reivindicados pelos alunos são: Fenômeno dos transportes, materiais de construção, hidráulica aplicável, isostática, tecnologia do concreto, mecânica dos setores dentre outros.

Mais informações: Ellem Cristina
tel: (63) 8443-7742

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Está rolando um clima novo

   
           A cabeça dos Palmenses está cheia de confusão quanto ao clima, sabe-se na prática que é no mês de maio que o clima começa a secar, ou melhor, as chuvas vão ficando escassas. Hoje quarta-feira 18 o tempo ainda se mostra ameno um pouco nublado, mas sem chuva a principio.  
          A mudança da estação chuvosa para a estação seca sempre causa um pouquinho de confusão na cabeça dos leigos.
          Em maio inicia-se o período seco de Palmas, sendo esse mês de transição entre o período chuvoso e seco, verifica-se redução acentuada das chuvas. Outra característica desse período é o aumento da temperatura e diminuição dos índices de umidade relativa, principalmente no período da tarde.
         No Tocantins, por exemplo, predomina o clima tropical, quente e com um regime médio de chuvas. Onde a distribuição sazonal (por estação) das precipitações pluviais, está bem caracterizada acusando, no ano, dois períodos bem definidos: a estação chuvosa de outubro a abril, com ventos fracos e moderados e a estação seca nos meses de maio a setembro como temperatura máxima 41ºc. 
        Segundo o laboratório de meteorologia da UFT o que aconteceu hoje foi devido a atuação de uma massa de ar quente e úmida sobre parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, favoreceu a formação de áreas de instabilidade atmosférica sobre o Tocantins. Essa condição de tempo associada ao calor e alta umidade, contribuiu para deixar o céu parcialmente nublado e provocar chuvas em algumas regiões do Estado nos últimos dias. 
      A previsão de 19 a 22/05/2011 é de céu nublado a parcialmente nublado, com umidade relativa variando entre 90 e 50% e a temperaturas variando entre mínimas de 22°C e máximas de 33°C. Com possibilidade de mudanças de tempo a partir de sábado. 

Próximas semanas você saberá um pouco mais sobre o que é a tão falada Umidade Relativa do Ar.  Até! 


Inormações adicionais Lays.nm@hotmail.com   em parceria com o laboratório de meteorologia da Universidade Federal do Tocantins

Serra de Taquaruçu: a via da morte


Curva na estrada de Taquaruçu, motoristas tem visibilidade dificultada pelo os matos altos.


Neste último final de semana ocorreu um grave acidente na rodovia que leva a cidade de Taguaruçu a 32 km de Palmas. Uma mulher mãe de dois filhos morreu ao tentar desviar de um buraco, nas imediações do Balneário Natureza.

Acidentes entre a cidade de Palmas e Taquaruçu é cada vez mais constante.  A estrada que leva à cidade é perigosa pela própria característica natural: área de serras. Outros fatores que contribuem bastante para a freqüência dos acidentes são os matos altos invadindo a estrada e dificultando a visibilidade dos motoristas, duas mãos para uma única via, muitos buracos espalhados por toda trajetória, e o excesso de bebida alcoólica consumida pelos motoristas.

A região é tranqüila e repleta de belezas naturais, palco de mais de 70 lindas cachoeiras; o que atrai muitas pessoas que sobem a serra em busca de lazer.  A via, por ter essas características deveria ter uma fiscalização mais intensa, inclusive preventiva para que tantas vidas não fossem perdidas quase todo final de semana.






Por Samia Magalhães
  leticia_samia@hotmail.com
                                                                  

Seminário de Natividade 2011, ameaçado pela falta de recursos


Comissão organizadora do Seminário Comunicação e Cidadania de Natividade se reúne
para decidir viabilidade do evento.

Apenas R$ 5.000,00 mil reais, foram disponibilizados pelo Banco da Amazônia para a realização do tradicional Seminário Nacional de Arte, Comunicação e Cidadania de Natividade promovido pelo curso de jornalismo da UFT- Universidade Federal do Tocantins.

O pouco recurso disponível pode prejudicar a qualidade do Seminário, que já está em sua sétima edição. Preocupada com o assunto a professora e coordenadora do curso de jornalismo da UFT, Verônica Dantas, tem procurado junto à comissão do evento trabalhar o acontecimento, mesmo dentro desse limite, para que não se perca a continuidade do seminário, que hoje já faz parte do calendário acadêmico do curso de comunicação da federal tocantinense. Verônica diz que: “Já estou a seis anos participando da organização do evento, esse ano já é a sétima vez, e não posso permitir que o seminário perca as forças, farei de tudo junto com a comissão do VII seminário, para oferecer o melhor para os participantes”.

Verônica Dantas, coordenadora do curso de jornalismo UFT: “não posso permitir que o
seminário perca as forças”
O Seminário Nacional insere a Universidade Federal do Tocantins, no cenário brasileiro cumprindo uma das suas missões, que é promover a integração do estado e projetá-lo no cenário nacional. Um evento como esse é consolidado como uma das principais atividades de extensão desenvolvidas pela UFT.
 
Suely Figueiredo, professora do curso de jornalismo da UFT e também integrante da
comissão organizadora do Seminário de Natividade, diz que: “vamos gerenciar da melhor
maneira possível os  recursos que o Banco da Amazônia nos disponibilizou”.
  Suely Figueiredo, professora de curso de jornalismo da UFT e também integrante da comissão organizadora do Seminário de Natividade, está programando algumas atividades culturais para abrilhantar o evento, com seus quatro anos de experiência na realização do seminário diz que: “vamos gerenciar da melhor maneira possível os recursos que o Banco da Amazônia nos disponibilizou, e mesmo com pouco, procuraremos fazer bonito, afinal de contas é o nome do curso, incluindo alunos e professores, que está em jogo”.
O Seminário é uma forma de fortalecer as atividades culturais da cidade de Natividade, por meio da valorização dos costumes que para a população local talvez já não fossem tão importantes. Durante o Seminário são realizadas oficinas que abordam temas de interesse da comunidade em geral e dos universitários dos mais variados cursos, uma delas é a Oficina de Arquitetura e Urbanismo.
A professora Cinthya Mara, responsável pelas oficinas diz que “estou preparando o melhor para todos, mas ainda não vou divulgar os detalhes, pois nem tudo está confirmado, contudo posso adiantar que vale a pena esperar”.

Cinthya Mara a professora responsável pelas oficinas no Seminário: “estou preparando
o melhor para todos, posso adiantar que vale apena esperar”.
O aluno do 4º período do curso de jornalismo da UFT e coordenador geral do CA- Centro Acadêmico do curso de jornalismo, Maiquel Krustzmann conta que está empenhado para que mais alunos, e um número maior de pessoas da comunidade participem do evento este ano. “Apesar de ser minha primeira vez na organização estou otimista com o Seminário”, enfatiza. 
Maiquel Krustzmann - coordenador geral do CA - do curso de jornalismo - afirma que
está otimista com o Seminário.
O município de Natividade é localizado a 218 km de Palmas, conhecido pelo seu potencial cultural, por suas obras arquitetônicas seculares e pelas belezas naturais que  possui. Além disso, a cidade é muito rica em cultura, história e imagens. A presença da UFT na cidade no formato do Seminário, faz enaltecer ainda mais toda essa riqueza.

Mais informações: Ellem Cristina
ellemcristina@hotmail.com
tel: (63) 8443-7742